Bolsonaro deixará PSL; anúncio será feito nos próximos dias

O presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), recebe o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL-RJ), que entrega um pacote de projetos elaborados pela equipe econômica do governo. rrParticipam: rpresidente da República, Jair Bolsonaro; rpresidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP); rministro da Economia, Paulo Guedes; rministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Onyx Lorenzoni; rsenador Chico Rodrigues (DEM-RR); rsenador Eduardo Braga (MDB-AM); rsenador Eduardo Gomes (MDB-TO); rsenador Esperidião Amin (PP-SC); rsenador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE); rsenador Jorginho Mello (PL-SC); rsenador Luis Carlos Heinze (PP-RS); rsenador Marcos do Val (Podemos-ES); rsenador Sérgio Petecão (PSD-AC); rsenadora Eliziane Gama (Cidadania-MA); rsenadora Soraya Thronicke (PSL-MS); rdeputado João Roma (PRB-BA).rrFoto: Roque de Sá/Agência Senado

O presidente Jair Bolsonaro decidiu, que deixará o PSL. O anúncio oficial deverá ser feito nos próximos dias. A princípio, a maior autoridade do País ficará sem partido, mas a tendência é a criação de uma nova sigla, 100% bolsonarista. De acordo com a revista Época, a intenção do presidente é juntar “cerca de 100 deputados” de partidos como Novo, DEM, PP, PTB, PL, Podemos, PSDB e do próprio PSL, que tenham ideias alinhadas com o governo. A nova sigla seria o Partido Militar Brasileiro. No entanto, o presidente ainda é sondado por outras legendas, em especial o Patriota.

A saída do presidente tende a causar uma debandada no PSL, que foi de nanico a segundo maior da Câmara por conta da onda bolsonarista. Flávio e Eduardo Bolsonaro deverão seguir os passos do pai. Outros 20 parlamentares da sigla também estariam dispostos a seguir os passos do capitão reformado, que convocou uma reunião com apoiadores para esta terça-feira (12), no Palácio do Planalto. Por conta de uma decisão do Supremo Tribunal Federal, políticos com cargo executivo podem fazer a troca de partido sem perder o mandato. Os parlamentares, por outro lado, terão que buscar a desfiliação na Justiça.

O recente desgaste com lideranças do partido, como o presidente da sigla Luciano Bivar e os ex-aliados Joice Hasselmann, ex-líder do governo no Congresso e Delegado Waldir, ex-líder do PSL na Câmara e Major Olímpio é um dos principais motivos para a saída de Bolsonaro, que também tem se incomodado com as críticas de aliados aos seus filhos. Outro motivo seria o envolvimento da legenda em casos de corrupção, como o “laranjal do PSL”. A equipe do governo avalia que Bolsonaro deve se distanciar dos escândalos para não perder popularidade.

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