CAEMA, na contra mão do momento do turismo em Barreirinhas

O parque reabrindo ao turismo e a CAEMA na contra mão, deixando cada dia a cidade mais fedida visivelmente feia com esgotos estourados em locais turísticos da cidade.

A atividade turística, além de ser uma prática social, é uma atividade econômica inserida no modelo de produção capitalista, que, como qualquer outra. O valor estético da paisagem é aproveitado pelo turismo, que o transforma em objeto de compra e venda com o qual as agências de turismo e operadoras de viagens conseguem obter maiores lucros.

Cabe ao turista, quando faz uma viagem, a realização de uma satisfação pessoal pelo lazer. E com tantos esgotos estourados na Beira Rio, fica complicado o turista se sentir bem. O consumidor pode não notar que consome uma mercadoria, mas muitas vezes essa satisfação pessoal é alcançada simplesmente pelo contemplar da paisagem. O que se dermos uma olhada mais fixa, em se tratando dos esgotos estourados na cidade, vamos ficar a “ver navios” no turismo do Maranhão.

A singularidade paisagística existente no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses motivou os ensejos estaduais a se voltarem para o incremento dessa região. Para tanto, foi construída a MA-402 ou Translitorânea, interligando Barreirinhas a São Luís do Maranhão, no governo de Rosena Sarney, reduzindo, assim, o tempo de viagem de nove para apenas três horas em média. A era do turismo estadual foi, desse modo, definitivamente inaugurada, tendo à frente os Lençóis Maranhenses juntamente com o Pólo São Luís. Com isso verifica-se a importância atribuída à região dos Lençóis Maranhenses para o turismo no estado.

 

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