Coluna do Israel Diniz: Fé e Política

Uma caminhada pessoal e coletiva necessita de vários fatores para que se alcance o objetivo desejado.
Há de se concordar que no lado missionário os desafios são um pouco mais ousados.
Já em outros caminhos alguns encontram com facilidade arranjos para o seu contentamento.
No entanto, não se pode negar a um cristão que sem a fé este não vislumbra um horizonte tão fértil, é necessário que se lance na missão e sofra os calos e dores que ela possa causar.
É necessário ser político e enfrentar os obstáculos que ao longo da caminhada vão surgindo naturalmente.
Infelizmente há uma má interpretação do sentido pleno e essencial para a convivência humana nos tempos atuais do que é “política”.

Algo que não se pode conviver sem ela, caso contrário, teríamos que inventar uma nova forma de habitar este mundo.
É necessário despertar nos jovens a urgência em tomar partido para si e cair no campo, pois a batalha é necessária para que não se perca mais vidas e a calmaria do ambiente já em conflito em que estamos vivendo.
Se a fé é o alimento que nos faz continuar em marcha, a política é o combustível que nos ajuda a não parar no meio do caminho.
Se os jovens não saírem do seu analfabetismo funcional sobre esse conceito, continuaremos a ter representantes sem compromisso com o mais necessitado, a maioria que sofre e clama por novos horizontes.

É chegada a hora de fazer a diferença, agir por meio da fé e do poder de decisão, a arma que assusta e que pode banir aqueles que causam a miséria humana em detrimento do seu próprio umbigo.
A política é um dos mais sublime meios de realização do bem comum, no entanto, é fundamental que cada um de nós realize com honestidade e amor a nossa parte, combatendo o câncer – a corrupção – que assola esse mecanismo de organização da sociedade.
Vamos fazer um novo modelo, onde não se vende e nem se compra o seu direito de escolher conscientemente àquele que vai atender aos anseios da população.

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