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Eduardo DP está usando tornozeleira eletrônica

Eduardo DP, também apelidado de Imperador, recebeu liberdade provisória e deixou a prisão no sábado (23). A Justiça determinou o pagamento de fiança no valor de R$ 121.200,00 mil, equivalente a cem salários mínimos, e o uso de tornozeleira eletrônica.

A decisão veda ao empresário manter contato com os demais investigados e/ou eventuais pessoas que tenham relação com os fatos em investigação; também foi proibida a gestão material e/ou formal de empresas, especialmente envolvidas em licitações e contratações públicas.

Além disso, o Imperador está impedido pela Justiça de circular no período noturno e nos finais de semanas, devendo se manter em recolhimento domiciliar. Ele também deve comparecer em Juízo mensalmente para prestar informações e justificar suas atividades.

Da prisão

O empresário Eduardo DP foi preso na quarta-feira (20), em operação da Polícia Federal, apontado como líder de uma associação criminosa envolvida em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro, com a utilização das verbas federais.

O esquema envolve contratos entre a Construservice, empreiteira de DP, com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).

Conforme a PF, as investigações constataram a existência de um esquema, muito bem estruturado, que utiliza o mesmo modus operandi, inclusive com as mesmas pessoas interpostas e empresas de fachada, de uma associação criminosa identificada em 2015, que desviava recursos públicos do município de Dom Pedro.

Em 2015, Eduardo Imperador foi preso, juntamente com sua mãe, a ex-prefeita de Dom Pedro, Maria Arlene Barros e outros empresários, durante a operação Imperador. Segundo as investigações, mais de R$ 5 milhões foram desviados da prefeitura entre 2009 e 2012.

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