Em Assembleia Sinproesemma Barreirinhas trata sobre demandas da Categoria

Nesta última quarta-feira (03), o núcleo de Barreirinhas do Sinproesemma reuniu-se em assembleia no Salão São Vicente, centro de da cidade, para debater sobre as demandas da categoria, entre elas a que tratava do aumento das treze horas para 16.

Na última assembleia em fevereiro, foi decidido que a categoria iria resistir acerca da jornada de trabalho e reajustes não feitos.

Ficou decidido que a categoria  irá aplicar as 13 horas, além de uma fiscalização para acompanhar os profissionais nas escolas.


De acordo com o professor Antônio é importante a categoria está em união, ainda disse que Barreirinhas tem um sindicato forte e unido e determinado e que toda decisão tem que ser tomado em conjunto em um só pensamento.

Recentemente o presidente Jair Bolsonaro editou uma medida provisória (MP 873) que muda as regras da contribuição sindical paga pelos trabalhadores. O texto foi publicado em edição extra do Diário Oficial.

A contribuição sindical, também conhecida como imposto sindical, é paga pelo trabalhador uma vez por ano e corresponde à remuneração de um dia normal de trabalho (1/30 do salário mensal). A maioria dos recursos é direcionada aos sindicatos, e parte vai para federações, confederações e para a chamada “conta especial emprego e salário”, que custeia benefícios como seguro-desemprego e abono salarial.

Ela é obrigatória?

A cobrança do imposto sindical deixou de ser obrigatória com a reforma trabalhista, que mudou dezenas de artigos da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Antes, o valor era descontado diretamente do salário do trabalhador, geralmente do mês de março. Após a reforma, a contribuição passou a ser opcional, e o desconto exigia “autorização prévia e expressa” dos empregados.

O que muda com a MP de Bolsonaro?

Agora, a cobrança passa a ser feita por boleto bancário, que deve ser enviado por correio ou e-mail ao trabalhador para que ele pague na rede bancária. Segundo o governo, a intenção é reforçar o caráter facultativo da contribuição.

Devido a essa MP o gestor do município Albérico Filho (MDB), baixou um decreto de Nº. 106/2019 recomendado pela FAMEM – Federação dos Municípios do Estado do Maranhão, onde aplica sobre o município as diretrizes da MP do governo Federal, diretrizes essas que não obriga mais o município descontar as mensalidades para o sindicato.

A medida tem causado prejuízos ao sindicato, que já entrou em com uma ação do civil publica para anular a decisão.

A presidente do Sindicato frisou que todos precisam está unidos, ainda destacou que em pleno 2019 não era para se está se discutindo carga horaria mais as melhorias na educação.

Leonildes Chaves disse que não importa mais quem ganhou ou perdeu, a nova diretoria tem que trabalhar em prol da categoria sem distinção, pois a gestão tenta a todo tempo desestabilizar o sindicato.

Ouça a entrevista

As demandas apresentadas na assembleia irá depender da proposta de executivo a classe, porém até a assembleia não tinha emitido nada, porém na noite da quarta-feira, o executivo mandou um PL ao legislativo para que a câmara aprovasse um reajuste que não reflete as demandas de 2018 e 2019.

O reajuste de 2018 ainda está sob judice uma vez que não houve acordo entre gestão e categoria.

Uma vez não podendo mais ser descontado na conta do Simproessema local pois o mesmo não pode ter uma conta jurídica porque segundo o estatuto do órgão, apenas a matriz pode ter CNPJ ( item que sempre e discutido nos encontros do órgão, pois necessita de uma mudança), os pagamentos agora estão sendo feitos em uma conta de pessoa física ou no carne e boleto , junto ao núcleo na cidade.

É importante de uma forma significativa este sindicado, não é de hoje que vem representando bem nossa categoria, temos que está unidos, eu mesmo fui umas das fundadoras quando íamos deixar o financeiro ao estadual e era uma luta, lutamos, hoje somos que somos, por isso temos que ajudar a presidente Leonildes que tanto batalha para a melhoria de nossa categoria. Acrescentou Professora Magda

Para o professor Ismael do Povoado Giramundo, a gestão tem desrespeitado a classe, tratando-os como se não tivesse valor

Veja o Vídeo

 

 

 

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