Funcionários da Caema, em Imperatriz, aderem à greve geral

Funcionários da Companhia de Saneamento Básico do Maranhão (Caema) estão de braços cruzados. A categoria alega descumprimento do novo Acordo Coletivo de Trabalho por parte do governo do Estado, que por sua vez, alega que a estatal está passando por crise financeira.

Em Imperatriz, segunda maior cidade do Estado, os funcionários até chegaram no horário que os portões abrem, mais o aviso de greve e a concentração do lado de fora sinaliza que não houve acordo com a direção da Caema, e a luta dos trabalhadores continua. Eles pedem reajuste salarial e esperam evitar a perda de direitos que eles alegam ter conseguido ao longo dos anos.

Estão de braços cruzados os atendentes, fiscais, leituristas e os encanadores que fazem o atendimento externo de ligação domiciliar à rede de abastecimento.

De acordo com o Sindicato dos Urbanitários, a greve ainda não afeta o serviço de manutenção e operação na estação de tratamento de Imperatriz e na central de distribuição. Mas se não houver acordo, o serviço pode parar.

Ainda hoje, haverá uma assembleia para decidir se atendimento ao público na agência do centro da cidade vai continuar suspenso nos próximos dias.

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