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Guerra

Fundadora do braço feminino do Hamas é morta em ataque israelense em Gaza

Um bombardeiro de Israel na Faixa de Gaza matou Yamila al Shanti, a primeira mulher a ocupar um cargo político no grupo islâmico palestino Hamas. Em um comunicado publicado na sua página do Facebook, o Conselho destacou que Al Shanti passou uma vida dedicada e de sacrifício “pela causa palestina” e desenvolveu “um importante e notável papel no trabalho parlamentar, acadêmico, político, de defesa e educativo”. Ela tinha 64 anos e morreu em um ataque aéreo do Exército israelense na noite de quarta-feira, em Jabaliya, no norte do enclave palestino, informou o Hamas. Além de ser membro do gabinete político do movimento islâmico, ela ocupou o cargo de deputada no Parlamento da Autoridade Palestina desde 2006. O órgão legislativo não se reúne desde que o Hamas tomou o poder na Faixa de Gaza, em 2007.

Nascida em 1957 no campo de refugiados de Jabalia, na Faixa de Gaza, Al Shanti foi membro do CLP e uma figura proeminente no Hamas ao ponto de se tornar a primeira mulher eleita para ocupar um cargo no gabinete político do grupo em 2021. Ela sempre foi uma figura muito ativa dentro do movimento feminino do grupo em Gaza e, de fato, fundou a organização de mulheres do Hamas. De acordo com dados atualizados da ONU, desde que o Hamas lançou um ataque terrorista contra Israel no último dia 7, 3.785 pessoas morreram em Gaza, sendo 853 das quais crianças, e 12,5 mil ficaram feridas devido à resposta militar israelense. Em Israel o número de mortos está em 1.400 e 4.562 feridos e 64 mortos – 18 dos quais crianças – e 1.284 feridos na Cisjordânia, às mãos das forças israelenses ou em confrontos com colonos.

*Com informações das agências internacionais 

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