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Jornalista envolvido no caso de Carla Zambelli afirma que se sentiu abandonado pelo PT e disse que não faria de novo 

Passado um ano de um episódio que ganhou grande destaque e polarização no cenário político do Brasil, o jornalista Luan Araújo, apoiador do Partido dos Trabalhadores (PT), revela que se sentiu abandonado pela sigla após o incidente. O episódio, que envolveu a deputada Carla Zambelli, defensora do ex-presidente Jair Bolsonaro, deixou marcas profundas e mudou a forma de pensar e agir de Luan Araújo. Nesta entrevista à Coluna do Estadão, o jornalista compartilha suas perspectivas e reflexões sobre o ocorrido.

No dia 29 de outubro, véspera do segundo turno das eleições presidenciais de 2022, um episódio chocante se desenrolou nas ruas de São Paulo. Luan Araújo, apoiador do PT, teve um encontro inusitado com a deputada Carla Zambelli, uma das principais apoiadoras de Jair Bolsonaro. O confronto envolveu provocações e culminou com um tiro disparado, causando um grande alarde. O incidente foi amplamente registrado em vídeo e ganhou repercussão internacional.

Luan Araújo destaca que o episódio o levou a repensar sua forma de agir e reagir em situações similares. Ele afirma que, hoje, não responderia da mesma maneira às provocações e evitaria confrontos. Ao avaliar a situação, Luan entende que a exposição mediática das imagens foi essencial para esclarecer os fatos e garantir sua versão dos acontecimentos.

O jornalista compartilha sua percepção de que, após o incidente, não recebeu apoio ou manifestações de solidariedade do Partido dos Trabalhadores (PT) ou de seu líder, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele acredita que o partido não se posicionou em seu favor, indicando que Lula está priorizando seu governo e imagem política em detrimento de questões individuais.

 

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Da Redação

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