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Guerra

Militares têm “sinal verde” para invadir Gaza, diz ministro de Israel

O ministro da Economia de Israel, Nir Barakat, afirmou, nesta quinta-feira (19/10), que o exército israelense tem “sinal verde” para invadir a Faixa de Gaza quando estiver pronto. A informação é da ABC News.

 

Durante entrevista coletiva, Barakat acrescentou que o país se empenhará na recuperação dos reféns capturados pelo Hamas, mas destacou que a destruição do grupo extremista é a prioridade do governo.

 

Mais cedo, o ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallantn, afirmou que um ataque a Gaza virá em breve. “Quem vê Gaza de longe agora verá de dentro. Eu prometo. A ordem virá”, apontou Gallant.

 

 

Esta quinta-feira (19/10) marca o 13º dia do conflito entre Israel e Hamas. No último dia 7, o grupo radical realizou um ataque-surpresa ao território israelense. Desde então, Israel tem promovido bombardeios à Faixa de Gaza.

Crise humanitária

O território da Faixa de Gaza encontra-se em cerco total desde 9 de outubro. Com a determinação, a população da região lida com escassez de itens de primeira necessidade, como comida, combustível e alimentos.

A fronteira entre a Faixa de Gaza e o Egito deverá ser aberta para a entrada de ajuda humanitária nesta sexta-feira (20/10) pela manhã. A informação é do canal de televisão egípcio AlQahera News, que cita fontes do governo do país.

 

Nesta quinta-feira (19/10), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou que permitirá a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza a partir do Egito.

 

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que o Egito aceitou cooperar e abrir a fronteira, na cidade de Rafah, para a passagem de 20 caminhões. De acordo com o jornal israelense Haaretz, Biden disse que o líder egípcio alertou que suspenderá a medida caso o Hamas confisque os itens dirigidos à população civil.

Decisão adiada

Após dias de negociação, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) votou a minuta brasileira de resolução que poderia frear o conflito entre Israel e Hamas nessa quarta-feira (18/10), mas o texto não passou.

A minuta garantiu a maioria dos votos, mas o voto contrário dos Estados Unidos minou qualquer aprovação. Como membro permanente, os americanos têm poder de veto. Embaixadora dos EUA, Linda Thomas-Greenfield afirmou que a decisão se deve ao fato de o texto não fazer menção direta ao direito de autodefesa de Israel.

“Os Estados Unidos estão desapontados que essa resolução não faz qualquer menção ao direito de Israel de se defender. Como qualquer nação no mundo, Israel tem o direito inerente à autodefesa”, alegou.

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