Natal mais caro esse ano para o maranhense

Começa dezembro e uma das maiores preocupações da população nesse período são as despesas com as festas de natal e Réveillon. Mas a realidade não é tão animadora. O Brasil apresenta ainda alta taxa de desemprego, ou seja, cerca de 13,5 milhões de brasileiros estão à procura por um posto de trabalho, e, soma-se a isso um aumento considerado no valor da ceia de natal.

A taxa de desemprego do Brasil é a 4ª maior entre as principais economias do mundo, segundo o ranking da agência de classificação de risco Austin Rating, que reúne informações de mais de 40 países que já divulgaram dados oficiais no terceiro trimestre deste ano.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) e divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontaram que a taxa de desemprego caiu para 12,6%, e, no mesmo período em 2020, esse índice havia chegado ao patamar de 14,6%, enquanto o trimestre que terminou em agosto apontou que a taxa de desocupação estava em 13,2%.

Já o Maranhão bate novo recorde de desempregados no segundo trimestre de 2021. O número de desocupados atingiu 17,2% da população em idade de trabalhar, a maior desde o início da série do IBGE, contando a partir do 1º trimestre de 2012. Em números absolutos, são 457 mil pessoas desempregadas em todo o estado, o que corresponde a um aumento de 20,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Realidade que não agrada, já que se espera aumento no preço das compras de final do ano, em comparação à uma redução da renda média do trabalhador individual.

Segundo o presidente do Sindicato dos Supermercados do Distrito Federal (Sindsuper-DF), Gilmar Pereira, os supermercados terão alta de 5% nas vendas de alimentos natalinos neste fim de ano, em comparação com o mesmo período de 2020. Resultado de uma retomada econômica do comércio, com preço médio do peru e do chester em torno de R$ 26, o quilo, ou seja, uma ave ao custo médio de R$ 120,00.

Já em comparação ao mesmo período do ano passado, houve, por exemplo, uma redução de 4% da renda média do trabalhador no último trimestre, o que deixará natal e Réveillon mais econômicos.

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