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Brasil Economia

Petrobras volta a perfurar na polêmica Margem Equatorial; veja fotos

A Petrobras iniciou neste sábado a retomada da perfuração em águas ultraprofundas na Margem Equatorial, região que vai do litoral do Amapá até o Rio Grande do Norte. O início das atividades está localizado na área chamada Pitu Oeste, a 53 quilômetros da costa do Rio Grande do Norte.

 

De acordo com a estatal, a perfuração levará de três a cinco meses e faz parte da concessão POT-17. A perfuração no Rio Grande do Norte ocorre enquanto a Petrobras aguarda a decisão do Ibama em perfurar um poço na Bacia da Foz do Amazonas.

Em nota, a Petrobras disse que, por meio do poço de Pitu Oeste, vai obter mais informações geológicas da área, o que permitirá a confirmação da extensão da descoberta de petróleo já feita, em 2014, no poço de Pitu.

Imagem da perfuração em águas ultraprofundas na Margem Equatorial — Foto: Reprodução/Petrobras
Imagem da perfuração em águas ultraprofundas na Margem Equatorial — Foto: Reprodução/Petrobras

A Margem Equatorial é considerada uma área de nova fronteira exploratória e formada pelas bacias da Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar. É também considerada a área com maior potencial de aumentar a produção no Brasil após os bons resultados na vizinha Guiana.

Imagem da perfuração em águas ultraprofundas na Margem Equatorial — Foto: Reprodução/Petrobras
Imagem da perfuração em águas ultraprofundas na Margem Equatorial — Foto: Reprodução/Petrobras

Além de perfurar o poço de Pitu Oeste, a estatal tem licença do Ibama ainda para perfurar outro poço. Assim, a companhia pretende perfurar o poço Anhangá, na concessão POT-M-762, localizada a 79 km da costa do estado do Rio Grande do Norte, próxima ao poço Pitu Oeste.

Se for confirmada a viabilidade econômica da concessão, será necessário conceber e desenvolver toda a estrutura operacional para a produção e será preciso realizar um novo processo de licenciamento ambiental específico para a etapa de produção, informou a estatal.

 

Em nota, Jean Paul Prates, presidente da Petrobras, disse que a empresa pretende contribuir “para o desenvolvimento socioeconômico da região, sem esquecer da importância em fazer parte dos esforços para promover a segurança energética nacional”.(o Globo)

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