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Produtor Jorge Babica fala sobre as ações do Governo do Estado que proíbem shows e eventos

Em vídeo publicado em suas redes sociais, o produtor Jorge Babica, com mais de 40 anos de carreira desabafou sobre os últimos acontecimentos em relação as prisões e autuações do Ministério Público juntamente com as forças policiais.

Inclusive usando de truculência para com os donos de estabelecimentos de entretenimento. No último dia 25 o governador por recomendação do ministério público na pessoa do procurador Cláudio Guimarães baixou um decreto em que suspendia o carnaval assim também como aglomerações que contém mais de 150 pessoas.

Relatos de prisões de artistas já registrados na capital do estado como foi o caso do DJ Bruno Ximenes, que no último dia 29, sábado, quando trabalhava em um Bar na Lagoa da Jasen, o DJ foi preso em flagrante.

Bruno ainda relata que precisou pagar R$ 5 mil reais de fiança pra não ir preso, além de ter todo seu instrumento de trabalho apreendido e levado.

“Chegaram me enquadraram e prenderam em flagrante, levaram meus equipamentos, se eu não tivesse pago uma quantia de 5 mil reais eu estaria preso hoje. Lá onde fui levado tinha mais amigos que trabalham no ramo sendo enquadrados. Hoje estou sem trabalhar, pois o promotor disse que meus equipamentos iriam ser destruídos”. Afirmou Bruno.

VEJA.

Outro caso que pesa contra as autoridades são a duvidosa e conturbada operação Harpócrates que no último fim de semana interditou três bares de São Luís por infração às medidas sanitárias: Quartetto (Calhau), Woodstock (Lagoa da Jansen) e Bbemilounge (Lagoa da Jansen). Havia aglomeração em todos os três locais. Os referidos estabelecimentos tiveram a licença de funcionamento cassada.

Por crime de poluição sonora, também foram presos os proprietários dos bares Choperia Faz Parte, Caminho de Casa e da Associação do Boi da Mata.

Profissionais do setor do entretenimento estão revoltados com o tratamento que estão recebendo por parte do Ministério Público e da Polícia Militar e Civil do Maranhão, alegam estarem sendo humilhados e tratados como bandidos pelo fato de estarem abrindo seus estabelecimentos, sendo essa única fonte de renda deles.

Vale lembrar que o decreto estadual contra o Covid-19 permite que bares e restaurantes funcionem com a capacidade máxima de 150 pessoas.

Ao mesmo tempo, outros setores da sociedade seguem sem nenhum tipo de fiscalização. É válido destacar aqui a disputa política tanto na época da campanha no ano passado e da Famen que ocorreu no mês de janeiro, que ocasionou em diversas aglomerações, inclusive em hotel de luxo da capital, mas nada foi feito, nem fiscalização, nem punições , parecendo ser que o julgamento das forças e do governo tem dois pesos duas medidas.

Denúncias dão conta que o secretário de Saúde do Estado, Carlos Lula, participou um dia antes do decreto que para as atividades de entretenimento no Maranhão de uma festa partidária da cidade de Coroatá que mais parecia um espetáculo, com fogos e muito mais.

No dia 25 de janeiro, o secretário estadual da Saúde, Carlos Lula, numa entrevista coletiva sobre as medidas que o Governo do Estado iria tomar de modo a conter o avanço do coronavírus no Maranhão, ameaçou proibir até mesmo batizados ou confraternizações de aniversário, pois, no seu entendimento, a teimosia e a irresponsabilidade de muitas pessoas estão colocando em risco a saúde da população e ameaçando colapsar a rede pública hospitalar, e disse que isto vem sendo observado desde as festas de Natal e Ano Novo, mas não considerou os eventos políticos das campanhas eleitorais como fatores que tenham contribuído para facilitar o trânsito do perigoso vírus.

O que Carlos Lula não contou aos jornalistas que iriam repercutir suas preocupações a todos os maranhenses foi que ele, quatro dias antes, havia participado em uma casa de eventos, a Villa Reale, de uma festa promovida pelo colunista social Nedilson Machado, do jornal O Imparcial, já que havia sido eleito para receber o troféu The Best. Carlos Lula, a exemplo do que fez no evento político do (PT), em Coroatá, estava sem máscaras e posou para fotos com outros desmascarados também.

A festa, amplamente divulgada nas páginas de O Imparcial deste domingo (31 de janeiro), foi numa quinta-feira, e no domingo seguinte, Carlos Lula foi relatar ao governador Flávio Dino as falhas de quem desrespeita os protocolos sanitários e recebeu sinal verde para limitar funcionamento de casas de eventos, bares, restaurantes e outros tipos empresas e de eventos, de modo a ninguém ousasse fazer o que ele havia feito, sem se preocupar com a saúde da população. No mesmo dia, sua medida foi tornada sem efeito.

“Governador, mas o que fizemos a sua pessoa? Para tanta perseguição! Na época de campanha o senhor Governador se abraçava com candidatos e muito mais, faziam carreatas, passeatas e nada disso aconteceu. E o senhor procurador onde estava neste momentos? O ramo do entretenimento traz milhões para o Maranhão e pagamos altíssimos impostos para pagar os salários de vocês e agora que temos em troca e isso. É inadmissível tais comportamentos, mais o povo maranhense dará a resposta nas urnas.” Disse Jorge Babica.

 

 

 

 

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