Reabertura lenta divide opiniões e opõe autoridades a trabalhadores e empresários

A tentativa de uma volta à rotina continua dividindo moradores e autoridades de Norte a Sul. No Maranhão, o governador Flavio Dino quer iniciar a reabertura na segunda-feira, com a retomada de pequenas empresas familiares e o comércio só deve abrir as portas a partir de 1º de junho.

No Piauí, a quarentena que terminaria nesta quinta (21) foi estendida até o próximo dia 7. Com 2.600 casos e 87 mortes no estado, o governador Welligton Dias reforçou o pedido para que a população fique em casa.

Em Belém, as filas eram grandes na porta dos bancos na tarde de ontem e, numa feira livre, motos e pedestres dividiam o pequeno espaço entre as barracas. O bloqueio total na região metropolitana de Belém termina domingo e não deve ser prorrogado.

Apesar de falhas no registro dos dados, o Pará tem 18 mil casos confirmados da covid-19 e 1.633 mortes. O secretário de Saúde do Estado, Alberto Beltrame, afirma, no entanto, que o pico da doença foi há quase um mês.

Presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, Beltrame defende uma volta gradual das atividades, mas muitos trabalhadores não aguentam mais esperar.

Centenas de motociclistas fizeram um protesto ontem em Foz do Iguaçu, no Paraná, para pedir a reabertura da fronteira entre Brasil e Paraguai. Eles foram até o acesso à Ponte da Amizade, bloqueada há dois meses.

Os manifestantes também cobraram a reabertura da fronteira com a Argentina, fechada por determinação do governo de Alberto Fernandez.

*Com informações da repórter Letícia Santini

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