São Luís tem 17 assassinatos em uma semana

Vila Luizão, bairro de São Luís, 22h do dia 24 de setembro. Membros de uma facção criminosa invadem as ruas daquela localizadade. Com armas de grosso calibre em punho e de forma ostensiva e até organizada, atacam membros de uma facção rival.

O saldo: um jovem morto, sangue nas ruas, pânico na comunidade, medo nos olhos das pessoas. Quase que no mesmo horário, dois outros jovens foram executados no Cruzeiro do Anil, em ação semelhante, que deu novos contornos a uma guerra aberta e declarada entre os bandidos.

Nos dias anteriores, casos de mesmo formato e não menos brutais foram registrados na Cidade Operária, onde um jovem foi executado; no Turiuba, em São José de Ribamar, onde também houve assassinato e uma criança acabou baleada; além de ações criminosas na região Itaqui-Bacanga; Alto Turu; São Critóvão e em outros bairros.

Um policial e um bandido também morreram após troca de tiros, na quinta-feira, em São Luís, e um motorista de ônibus foi vítima de latrocínio no sábado (19), próximo ao retorno da Cohama, o que provocou paralisação da frota de ônibus no domingo e uma série de protestos de rodoviários contra a violência na capital.

Ao todo, até meio-dia de sexta-feira, 17 homicídios já haviam sido registrados na Ilha num período de apenas uma semana.

Em meio a todo esse caos e pânico na sociedade, é perceptível a inexistência de um plano de ação eficaz de combate às facções criminosas que dominam bairros e também presídios – com alas divididas por seus próprios membros -, e que apavoram a periferia da capital.

A população grita por socorro. O comando da Segurança Pública precisar dar respostas efetivas e enérgicas. Do outro lado, criminosos sentem-se à vontade para agir, de dia e de noite, numa rotina de barbárie, insanidade e desrespeito à vida humana

 

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