Servidores do Samu pedem EPIs e alegam que UPAs estão barrando pacientes

Trabalhadores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) protestaram na manhã desta segunda-feira (20), no Filipinho, por melhores condições de trabalho diante da pandemia do novo coronavírus.

Eles reclamam da quantidade insuficiente de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), além de outras circunstâncias que põem em risco a saúde dos próprios servidores. A classe está preocupada com a qualidade do EPI recebido.

O presidente da Associação dos Servidores do Samu, Agnaldo Serra, em entrevista à TV Mirante, disse que já foram confirmados oito casos do novo coronavírus entre os servidores que atuam na capital. Outros trabalhadores ainda aguardam resultados de testes da Covid-19. Com esta diminuição do quadro de funcionários, há ambulâncias paradas.

Os servidores, também, chamam a atenção para um problema que as equipes têm enfrentado ao chegarem com paciente às Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs). As unidades estão barrando a entrada de novos pacientes por falta de suporte e sobrecarga.

O problema acaba deixando o paciente mais tempo dentro da ambulância, e atrasa o atendimento de outras ocorrências, ainda segundo Agnaldo.

O Samu não paralisou as atividades e continua atuando nesta segunda-feira. O movimento foi para chamar a atenção das autoridades com relação às condições de trabalho das equipes.

A reportagem aguarda respostas das secretarias de Saúde do município e do Estado.

TV mirante

 

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