Simproesemma e alunos do Ifma em Barreirinhas protestam contra corte de verba na educação pelo Governo Bolsonaro

Na manhã da quarta-feira (15), o Sinproesemma juntamente com os alunos do IFMA protestaram contra os cortes de verbas na educação pelo governo Bolsonaro.

Os pontos de concentração, na quadra do Murici com os alunos e professores do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) e na Praça do Trabalhador com os professores do Sinproesemma, a manifestação foi contra a Reforma da seguridade social, e contra os cortes na Educação.

seguridade social ou segurança social consiste num conjunto de políticas sociais cujo fim é amparar e assistir o cidadão e a sua família em situações como a velhice, a doença e o desemprego.

Seguridade Social será financiada por toda sociedade, de forma direta e indireta, nos termos do art. 195 da Constituição Federal e da Lei 8.212/91, mediante recursos provenientes da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e de contribuições sociais.

Leonilde Chaves como presidente do polo do Sinproesemma na cidade, esteve a frente do movimento que se concentrou na Praça do Trabalhador e panfletou na Feirinha, levando um grande número de professores à rua. A manifestação contou ainda com programação cultural, de volta ao ponto de concentração encontraram com o grupo do IFMA e fizeram um só corpo de manifestantes.

Leonildes defendeu que não existe educação quando à mesma é tratada como gasto, que esse corte inviabilizar o seguimento de pesquisas, gerando grandes dificuldades para o ingresso das oessoas na educação publica, seja ela a básica quanto a superior.

“Não consigo ver lógica nisso. Parece que estão sem saber o que fazer com a educação. Estes discursos  são contrários a área de educação porque eles consideram a liberdade pessoal e de costumes como imoral, e culpam a educação por ela, o motivo real deste corte é a política econômica iniciada com Temer, com a reforma Trabalhista e a Emenda Constitucional 95, que congela os investimentos em políticas, como saúde e educação, por 20 anos, e continuada por Bolsonaro, eles se sentem ameaçados pelas universidades, que são foco de resistência e de pensamento crítico porque têm uma base conceitual antiliberdade, antipovo e antidemocrática” Explanou Leonilde Chaves

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A decisão do governo de extrema direita de Jair Bolsonaro (PSL) de cortar 30% das verbas para educação universitária revoltou pais, alunos, professores e estudiosos da área. A medida é mais um capítulo da guerra ideológica encampada por Bolsonaro e alguns de seus ministros desde a posse, em 1º de janeiro deste ano.

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A questão da educação constantemente está em pauta em movimentos, manifestações, paradas, escritas nas faixas de professores alunos, mas poucos são os pais destes últimos que se unem, pelo contrário estão cada vez mais distantes, alienados de seus direitos, de seus filhos terem uma educação que estão sendo roubados.

No total, considerando todas as universidades, o corte é de R$ 1,7 bilhão, o que representa 24,84% dos gastos não obrigatórios (chamados de discricionários) e 3,43% do orçamento total das federais.

Colaboração : Blog Barreirinhas em Foco

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