Tumulto em peregrinação em Israel deixa 45 mortos e 150 feridos

Quarenta e cinco pessoas morreram e 150 ficaram feridas num tumulto durante uma peregrinação de judeus ultraortodoxos no norte de Israel.

Milhares de pessoas choram e rezam pelas vítimas, entre elas, um rabino, sepultado nesta sexta-feira (30).

As mortes foram na encosta do Monte Meron, no norte de Israel. É um dos locais mais sagrados do judaísmo e um ponto de peregrinação anual, principalmente para judeus ultraortodoxos.

Cerca de 100 mil pessoas participavam na quinta-feira (29) da celebração, a maior aglomeração desde o controle da pandemia no país.

Testemunhas disseram que a confusão começou depois que algumas pessoas caíram de uma arquibancada e uma multidão tentou sair, ao mesmo tempo, por uma passagem estreita. Outra possível explicação para o acidente, que ainda está sendo investigado, é que as pessoas teriam escorregado em uma rampa molhada.

Um homem contou que muita gente acabou pisoteada. Um sobrevivente disse que ficou preso debaixo de várias pessoas e que só conseguiu respirar porque ficou com a cabeça para fora.

O presidente americano Joe Biden falou por telefone com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e prestou condolências. Netanyahu declarou luto nacional e disse que este foi um dos maiores desastres de Israel.

O primeiro-ministro foi até o local e enfrentou protestos. O governo também investiga se um bloqueio policial pode ter dificultado a saída das pessoas do evento.

Um fotógrafo diz que, em alguns casos, a polícia foi violenta. Muitos dos mortos ainda não foram identificados.

As autoridades pedem que as famílias enviem fotos e informações de parentes desaparecidos para ajudar na identificação.


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